Era uma vez, em um reino distante, um lugar cercado por florestas encantadas e montanhas que tocavam o céu. Nesse reino vivia uma bruxa chamada Lúcia. Mas não era uma bruxa comum! Ela não usava vassouras para voar nem criava feitiços para assustar as pessoas. Na verdade, Lúcia era uma bruxa bondosa, com olhos brilhantes e um sorriso que aquecia qualquer coração.
Lúcia tinha um segredo especial: ela era amiga de um dragão chamado Azúrio. Azúrio era gigantesco, com escamas azuis que brilhavam sob o sol como um lago cristalino. Mas, apesar de sua aparência impressionante, ele era o dragão mais gentil que alguém poderia conhecer. Ele amava contar histórias e assar marshmallows com sua respiração de fogo.
Juntos, Lúcia e Azúrio viviam em uma caverna aconchegante nas montanhas. Eles tinham uma missão: ajudar aqueles que estavam em apuros. Sempre que ouviam falar de problemas no reino, partiam para resolver com coragem e bondade.
O chamado da floresta
Uma manhã, enquanto preparavam um chá de flores mágicas, um passarinho azul entrou na caverna, piando desesperadamente.
— Lúcia! Azúrio! Vocês precisam nos ajudar! — disse o passarinho, pousando no ombro da bruxa.
— O que aconteceu? — perguntou Lúcia, preocupada.
— A floresta está perdendo sua magia! As árvores estão murchando, os riachos estão secando, e os animais estão com medo. Algo terrível está acontecendo!
Sem perder tempo, Lúcia e Azúrio decidiram investigar. Eles pegaram o mapa mágico da floresta — um mapa que brilhava sempre que algo precisava de atenção.
A jornada começa
Enquanto caminhavam pela floresta, encontraram criaturas aflitas: coelhos com olhares tristes, esquilos que não conseguiam encontrar nozes, e até uma coruja que não conseguia dormir devido ao estranho silêncio da floresta.
Azúrio, com sua voz grave mas doce, tentou confortar os animais.
— Não se preocupem. Vamos descobrir o que está acontecendo e trazer a magia de volta! — ele prometeu.
Mais adiante, eles chegaram a um rio que antes era cheio de peixes saltitantes. Agora, estava seco como o deserto. No meio do leito seco, havia uma pequena pedra brilhante. Lúcia se ajoelhou para pegá-la e percebeu que era uma joia mágica. Ao segurá-la, a pedra começou a brilhar intensamente.
— Essa joia pertence ao Coração da Floresta! — exclamou Lúcia. — Parece que algo ou alguém roubou as outras joias e enfraqueceu a magia da floresta.
O encontro com o guardião
Guiados pelo brilho da pedra, Lúcia e Azúrio chegaram a uma clareira escondida. Ali, encontraram o Guardião da Floresta, uma árvore antiga com um rosto gentil entalhado em seu tronco. Mas o guardião estava fraco, e suas folhas estavam caindo.
— Vocês trouxeram uma das joias… Obrigado! — disse o Guardião com voz suave. — Mas ainda faltam quatro. Elas foram levadas por um mago chamado Argânus, que quer usar o poder da floresta para dominar o reino.
— Não se preocupe, vamos recuperá-las! — prometeu Lúcia, com o apoio de Azúrio.
Recuperando as joias
A primeira joia estava escondida em uma caverna de gelo, guardada por um gigante adormecido. Lúcia usou um feitiço de música para acalmar o gigante e, juntos, eles pegaram a joia sem acordá-lo.
A segunda estava no fundo de um lago encantado, protegido por sereias desconfiadas. Azúrio conversou com elas e explicou sua missão. As sereias, tocadas pela bondade do dragão, entregaram a joia.
A terceira joia estava em um castelo abandonado, cercado por espinhos venenosos. Lúcia criou um antídoto mágico para abrir caminho, enquanto Azúrio afastava as criaturas sombrias que tentavam detê-los.
A quarta e última joia estava no próprio covil de Argânus. O mago os esperava com feitiços perigosos, mas Lúcia, com sua sabedoria, desfez os encantamentos malignos. Azúrio, com sua força e coragem, protegeu a bruxa, permitindo que ela recuperasse a joia final.
Restaurando a magia
Com as cinco joias em mãos, eles voltaram ao Guardião da Floresta. Quando Lúcia colocou as joias em seus lugares, o Coração da Floresta brilhou intensamente. De repente, a floresta voltou à vida! As árvores ficaram verdes novamente, os riachos fluíram, e os animais cantaram em alegria.
O Guardião, agora forte e rejuvenescido, agradeceu:
— Vocês salvaram nosso lar. Nunca esqueceremos a coragem e a bondade de vocês.
Uma celebração especial
Para comemorar, a floresta organizou uma grande festa. Os animais dançaram, as sereias cantaram, e até o gigante de gelo apareceu para agradecer. Lúcia e Azúrio estavam felizes por terem ajudado mais uma vez.
E assim, a bruxa bondosa e o dragão amigável continuaram suas aventuras, prontos para ajudar quem precisasse. Porque, no final, a verdadeira magia está na amizade e no desejo de fazer o bem.
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